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quarta-feira, 8 de novembro de 2017

O capitalismo não gera desigualdade social.


               A Desigualdade Social está ligada a forma desigual que o estado trata as pessoas, ou os indivíduos. A desigualdade econômica é apenas um reflexo dessa desigualdade social, que afeta todos os setores da vida das pessoas, pois o estado dá escola publica de nível superior de qualidade para os ricos e limita o acesso de pobres a essa escola de ensino superior, restando a eles pobres pagarem por universidades que estão mais para caça niqueis do que para universidade, mantendo uma relação perversa de sabotagem ao ensino fundamental e médio, que daria acesso a universidade, de forma que os indivíduos não consigam desenvolver seu potencial intelectual e tornem-se vitimas das vontade dos dirigentes políticos, que por sua vez corrompem os professores por meio de partidos, sindicatos e ideologias nefastas para que esses mantenham o povo sem conhecimento e capacidade de pensar, pois vivem em greve e lutando por direitos que não são dados, mas os políticos usam essa luta por melhorias para servir ao estabilichiment . 

Para o Estado e os políticos que se servem dele, ter milhares militantes que só sabem criticar, gritar protestar é melhor do que ter centenas de indivíduos que pensam e podem mudar o sistema que dá sustentação a estrutura atual do estado que permite a perpetuação no poder dos políticos que tem seus filhos longe de escolas publicas que preguem as ideologias que defendem, estudam em escolas particulares, que será a ponte para a universidade publica que vão estudar, retirando assim a possibilidade do cidadão da parte de baixo da pirâmide social galgar chegar a parte de cima. 

Isso só vai mudar quando o povo acordar e entender que a unica forma de mudar o estado é tornando ele submisso ao povo, servindo ao povo, minimo, pequeno e não interventor. 









sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Bitcoin ultrapassa valor histórico e vai a $7335.74 dólares

A semana terminando, o mês começando, e já começa quente, o Bitcoin acaba de bater seu recorde histórico, agora estamos em terreno desconhecido, pois fica mais difícil ainda tentar prever se ele vai seguir nesse viés de alta, até quando ou até quanto. Aliado a esse panorama dia 16 tem mais um Fork que pode criar algum tipo de terreno propicio para a especulação em outras moedas, que com a alta do Bitcoin perderam muito valor principalmente nos últimos 20 dias e são apostas interessantes para se fazer, esse entendimento pode forçar uma queda, mas isso eu estou apena fazendo conjecturas, pois com a entrada da moeda para o pregão da bolsa de Chicago o Fork pode não fazer nenhuma pressão e a moeda valorizar ainda mais. 

Outra possibilidade é que os investidores que estão com moedas desde o ano passado, acharem que os ganhos foram bons e começarem a vender suas moedas para apurar os lucros dos últimos 45 dias que chegaram a incríveis 89%, incentivados justamente pela entrada da moeda que passa a fazer parte da opções de negócios da  Chicago Board Options Exchange, agora CBOE e o Bitcoin, Gemini anunciou um acordo conjunto em 2 de agosto. Como parte do acordo, a Gemini fornecerá dados para apoiar a CBOE em uma listagem futura de derivados do Bitcoin. Quero muito falar desse assunto, da entrada do Bitcoin na Bolsa de Valores, mas vou estudar um pouco mais sobre o que foi o acordo, como será essa relação, tanto com as entidades de mercado quanto com as entidades governamentais, uma vez que um dos maiores apelos para o uso do Bitcoin é justamente a criação de um mercado próprio, descentralizado e sem ter que se submeter a regulamentações dos estados.

Isso pode ser uma ótima opção de investimento, resta saber se para o Bitcoin ou para a moeda que pode receber essa fuga de investidores que pode simplesmente abandonar a moeda receosos das regulamentações que poderia dificultar a forma que se negocia no mercado de moedas.

Eu já imagino que 3 criptomoedas vão ganhar mercado nas próximas semanas, e para o início do ano que vem. Então quem quiser arriscar alguns trocados nesse mercado, mas não sabe operar, não quer ou não tem tempo para aprender, fica aberto o convite para participar dos grupos de investimentos que eu formo para aproveitar essas ocasiões. 

As oportunidades estarão no Fork do dia 16 próximo, no possível swap do dia 20 e do encaminhamento da forma que o Bitcoin vai se comportar para o mercado de criptomoedas. 

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Uber, Cabify, 99, Netflix, WhatsApp, o que eles têm em comum?


         Nos últimos meses temos assistido uma luta desigual entre o estado brasileiro a modernidade, a tecnologia e o mercado, temos assistido o nível em que a corrupção chegou no estado brasileiro, onde juízes, ministros do supremo, prefeitos, vereadores, governadores, deputados estaduais e federais, senadores, não fazem questão de esconder que são corruptos, que de forma deliberada usam o poder estatal para proibirem a competição livre no mercado em nosso benefício, defenderem apenas os interesses de “empresários” e sindicatos que injetam dinheiro ilegal em campanhas de políticos que não escondem mais que usam seus cargos para atos imorais, antiéticos  e ilegais.
Podemos tomar como exemplo a PLC 28/2017 , o projeto de lei de autoria do Deputado Federal Carlos Zarattini (PT/SP) que tramita na Câmara dos Deputados e pretende deixar mais rígidas as regras para os serviços de aplicativos de transporte individual, isso na teoria, na pratica a PL vai e inviabilizar esses serviços, atendendo a demanda de donos de empresas de transportes, transportadoras e cooperativas de Taxi, bem como os sindicatos de cada categoria que há mais de 2 anos lutam contra empresas como Uber, Cabify e 99 poderem colocar seus serviços a disposição da população, esses políticos querem assegurar um monopólio, justo eles que sempre dizem que o monopólio é ruim para a economia.

A sociedade brasileira acredita que pela via da política pode mudar essa realidade, votando ou fazendo protestos na rua ou na internet, o que é um grande engano, pois uma vez que a eleição é encerrada no Brasil, o eleitor não é mais ouvido. Na verdade, o eleitor nem nas urnas é ouvido, pois dos 513 deputados apenas 36 foram eleitos pelo voto direito, todos os demais foram um acidente no percurso da boa vontade do eleitor brasileiro.

Somos enganados dessa forma desde a redemocratização, quando várias quadrilhas denominadas partidos, todos de esquerda, chegaram ao poder pela convocação de uma assembleia constituinte em 1987, onde o verdadeiro golpe foi dado no povo com a criação de uma aberração chamada Constituição Cidadã de 1988, que retira do povo o poder e entrega aos políticos corruptos que foram impedidos de tomarem o poder por via das armas e da revolução pelo Exército Brasileiro em 1964 e desde então o país está sob ataque de bandidos com imunidade parlamentar que usam seus poderes políticos para benéfico apenas de sua classe, com a intenção de dilapidar o patrimônio público e criarem leis que os permitem se perpetuarem no poder. 

No caso dessa tentativa de acabar com a competição de mercado da PLC 28, o objetivo é bastante claro, eles não querem perder os sindicatos que injetam em partidos uma quantidade gigantesca de dinheiro não contabilizado, que geralmente é extorquido por sindicalistas desonestos dos empresários do setor.

A forma de fazerem isso é primeiro começar a debater no congresso a ideia da existência de transporte pirata, atribuindo a qualquer um que não tenha as bênçãos dos políticos que queira oferecer serviços de transportes no mercado como sendo piratas, bandidos, desonestos e como se nós indivíduos não tivéssemos capacidade de escolher quem vai nos levar de um lugar a outro, como, em que veículo, em que modalidade... O nosso governo nos classifica de débeis mentais e incapazes de tomar decisões sozinhos por meio das leis que criam, e a sociedade aceita de forma indiferente como quem admite tal incapacidade.

A ideia de que existe transporte pirata é um absurdo, o governo prefere ver o povo morrendo de fome do que explorando o mercado de transportes, assim preservam o mercado para quem paga as campanhas dos políticos, temos que acabar com essa ideia de transporte pirata, o futuro dos transportes passa pelo sistema colaborativo, que é chamado de pirata pelo governo. Cabe ao governo apenas criar regras para que as ruas não virem bagunça, o resto, quem deve determinar o que é ou não bom, é o mercado, é o consumidor.

Os políticos estão fazendo a mesma coisa com empresas como Netflix, Youtube, WhatsApp, empresas que competem com os Correios e todas as empresas que possam concorrer no mercado com as empresas estatais, ou empresas que tem monopólio da exploração do mercado, como os Taxis, com o objetivo de continuarem se servindo da exploração do povo brasileiro, que paga os serviços  públicos mais caros do mundo. 

Todas as pessoas acham que são livres até entenderem que não podem escolher que tipo de transporte vão utilizar, aí é que se dão conta de que vivem em uma ditadura que finge ser uma democracia. 





sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Autocracia Meritocrática




                       A democracia é um sistema já ultrapassado, ela já não mais atende aos anseios e as necessidades da sociedade no tocante a elegibilidade das pessoas para poderem votar e nem para a elegibilidade de pessoas que possam serem votadas, a universalidade democrática cria uma discrepância entre a realidade social diante dos avanços do conhecimento e dos avanços tecnológicos, a democracia permite que as pessoas menos capacitadas e  preparadas possam chegarem a conquistar postos que agregam muitos poderes sem que tenham preparo para a função que o cargo exige.
É uma ditadura como qualquer outra, onde a maioria ignorante decide sobre a minoria que gera riquezas, conhecimento, renda e empregos, isso faz com que os países estejam em constantes ciclos de crises, geradas por dividas feitas pelos estados que geram conflitos internos dividindo a população em ideologias com objetivo de levar o representante mais popular e não o mais preparado ao poder,   

Trazendo para a realidade da sociedade, a democracia é o meio que possibilita colocar um porteiro para administrar uma empresa em que trabalha, ignorando a formação e a experiência para fazê-lo. Se essa não é uma pratica de mercado, salvo alguns casos baseados no  mérito dos indivíduos, não faz sentido permitir que se possa eleger um analfabeto, um dependente químico, um condenado,  um falido, alguém que não trabalha para qualquer cargo político, quiçá para o cargo mais importante do país para decidir sobre a vida de todos nós.

A partir dessa avaliação simples, lógica e entendendo que a democracia não consegue, nem nunca conseguiu resolver os problemas relacionados a qualificação dos candidatos para ocupar cargos públicos, proponho a criação da  Autocracia Meritocrática.

A Autocracia Meritocrática é o sistema pelo qual uma sociedade avalia previamente todos os seus indivíduos para qualifica-los a ocuparem cargos de gestão da União, dos Estados, das Prefeituras, Ministérios, Secretarias, Tribunais e para determinar quem poderá fazer parte do processo de escolha. 

Tanto os indivíduos qualificados para a gestão pública, quanto os qualificados para escolher os gestores serão escolhidos por um sistema de avaliação partindo mérito, onde os índices serão baseados na competência comprovada nos respectivos setores de trabalho. Além dos cargos executivos serão escolhidos, os ministros, secretários, conselheiros fiscais, administrativos e todos que compõem o primeiro escalão dos poderes. 

Não sendo permitido a pessoas que trabalham no setor público, ou empresários que tenham empresas que prestem serviços diretamente a administração pública a se qualificarem ou mesmo votarem em um processo de escolha, devido ao interesse direto que cada um teria em eleger alguém que pudesse lhe prestar favores, retirando assim a possibilidade de lobby. Não faz sentido dependentes do estado influenciar nas decisões do mesmo, quem tem que tomar as decisões é quem paga o estado.

A Autocracia Meritocrática vai levar a extinção da classe política e possibilitará termos diplomatas, gestores administrativos, analistas em direito, a total separação da justiça da política e uma participação efetiva e direta das pessoas que pagam impostos nas decisões políticas, aprovação de leis, aprovação de contas e orçamentos, além de acabar definitivamente com a classe política. 

Toda essa participação se dará de forma digital, online, e todas as pessoas qualificadas a votar estarão durante todo o tempo participando da aprovação de leis, projetos, orçamentos, demissão e contratação de funcionários públicos, criação ou extinção de órgãos públicos, em todas as esferas de poder, onde a estrutura estadual tende a desaparecer e a divisão do país seja apenas entre municípios, enfim, a autocracia vai entregar tudo o que a democracia promete, mas não cumpre.

A duração de um mandato, a permanência de um gestor dependerá dos seus resultados por conceitos objetivos práticos, da aprovação das pessoas no decorrer de um período mínimo e máximo de tempo dependendo da vontade dos pagadores de impostos. 

Estariam impedidos de se colocarem a disposição da escolha dos cidadãos qualificados para escolherem para administração pública. 

Médicos, Bombeiros, Enfermeiras, Professores - Valiosos demais socialmente para serem desviados para outra função. 


Advogados e Policiais  - Já causam problemas demais para a sociedade atuando de forma não muito ética achando brechas nas leis e não assegurando o seu cumprimento. Esse impedimento valeria até que as duas profissões  fizessem uma revisão em seus conceitos morais e éticos e a aplicassem a todos os seus profissionais de forma a chegar-se ao entendimento que o cumprimento da lei deve se dar de forma clara, objetiva, para todos e não percorrendo as brechas das leis para favorecer quem a descumpre. 


Não faz sentido um advogado livrar a cara de um assassino, que mata 3 pessoas, estupra as duas mulheres antes de mata-las, há 2 anos e esse indivíduo ser visto como um bom profissional e ser considerado apto a fazer uma gestão tão importante como a do estado. O fato de a lei hoje defender que o advogado defenda o interesse do seu cliente contrasta com o que deseja a lei e a sociedade, que é o cumprimento da lei de forma justa, e até que essa contradição seja resolvida eles ficam impedidos. 

Bitcoin é uma moeda de verdade ou só existe no mundo virtual?




O Bitcoin é uma moeda de verdade e é uma moeda virtual, ela só não é uma moeda com representação física com cédulas e moedas, porém carrega todas as características de uma moeda física e algumas virtudes a mais, pois ela pode ser utilizada para fins como facilitar contratos entre pessoas, arbitrando as condições previamente combinadas para que uma transação seja concluída, claro você não vai poder pegá-la com as mãos,  colocar no bolso e ir na esquina comprar um picolé, mas em pouco tempo todo mundo vai passar a aceitar ela para tudo, incluindo o vendedor de picolé, possivelmente a aceitação será ainda maior do que a moeda estatal, dadas as vantagens agregadas ao sistema que sustenta a moeda e sua rede de confiança. Algumas operadoras de cartões de credito já estão estudando formas de aceitar a moeda como meio de troca. Algumas carteiras virtuais, local onde deixamos guardadas as moedas virtuais, já fornecem cartões de débito que você pode usar em qualquer lugar pagando na moeda local e debitando em Bitcoin.

Usar as moedas virtuais não é só uma comodidade, é uma forma de proteger o seu patrimônio de práticas estatais como a inflação, e ao mesmo tempo será um investimento que pode a curto prazo te trazer bons rendimentos. 


Capitalismo

O capitalismo é um sistema econômico que nasceu entre os séculos XVII e XVIII, ocupando os espaços que foram sendo deixados pelo mercantilismo, e passou a ser definitivamente o sistema humano de trocas com a mudança na forma de se produzir bens manufaturados trazida pela Revolução  Industrial, onde as trocas de mercadorias por outras mercadorias, mão de obra ou moedas são voluntárias, o sistema tem sua maior base na propriedade privada dos meios de produção, na liberdade dos mercados e dos seus indivíduos. No capitalismo o indivíduo explora o seu capital, seja ele na forma de moeda, propriedades, bens de valor ou força de trabalho, na modalidade de mercado a qual melhor se adeque as suas habilidades e ele domine as suas particularidades do mesmo, de forma livre, com o objetivo de obter o maior lucro possível, criando-se assim a possibilidade de acumulação de riquezas.

Os países capitalistas se conectam comercialmente em uma economia de mercado, onde o próprio determina as trajetórias da circulação das mercadorias, os volumes e os preços da produção. O capitalismo tem como principal característica a sua forma de produção, onde se produz maior número de bens (produção em escala ou linha), como a maior qualidade, no menor espaço de tempo com menor preço, buscando o maior lucro possível. O mercado capitalista é determinado pelo interesse do consumidor em adquirir algum bem, ou na capacidade do mercado de criar soluções, produtos e tecnologias que despertem tal interesse no consumidor.

Ao contrário do que sempre lemos em livros de autores que defendem a esquerda ideológica e política, usando a retórica de que o capitalismo é ruim, que gera desigualdade social, que gera pobreza, que tem contradições ou que o mesmo que está em crise com vias de ruir e acabar. O capitalismo vai muito bem obrigado! Ele não é ruim, ele é a melhor forma já imaginada pelo homem em toda a história para atender as relações humanas e comerciais, e é por meio da estabilidade dessa relação que se possibilita o mundo ter mais de 8 bilhões de pessoas sendo abastecidas com produtos e alimentos, salvo aquelas que estão em locais do Globo onde não se tem capitalismo, pessoas submetidas a governos ditatoriais que por sua vez sobrevivem da miséria de um povo.

O capitalismo não gera pobreza, na realidade o seu objetivo é que por meio da gestão da escassez e do emprego da tecnologia na forma de se produzir ele gere riqueza, que é distribuída proporcionalmente por todos que participam do processo que vai desde a extração de matéria prima, e chega até o balcão de uma loja do setor varejista, portanto, ele é a melhor forma de distribuição e da criação de riquezas desde que seja praticado de forma livre.  

O capitalismo permite que um indivíduo saia da camada mais baixa da base da pirâmide social e chegue até o seu topo, ou muito próximo dele.
O capitalismo não causa nenhuma desigualdade social, ele apenas destaca a diferença natural que existe entre os indivíduos, onde o sucesso de cada um depende exclusivamente das suas habilidades e capacidade.

Todas as crises que são atribuídas ao Capitalismo, geralmente são crises criadas pela intervenção estatal na economia seja tentando impor a igualdade de forma forçada aos indivíduos, tentando fazer transferência de renda pela vida dos altos impostos, tornando mais caro cada ciclo do mercado diminuindo o lucro e incluindo cada vez menos indivíduos nesses ciclos econômicos causando desemprego e a possibilidade das pessoas ampliarem seu capital ou investirem em conhecimento. O estado também pode gerar crises econômicas e interferir no mercado por meio da expansão artificial do credito que pode ser por meio da impressão de moeda sem lastro, para investir em obras que não darão retorno financeiro gerando assim déficit de caixa, gastando programas sociais,  criando facilitação de empréstimo do dinheiro com taxas de juros subsidiadas, congelando o câmbio de moedas internacionais, comprando e vendendo moedas com objetivo de alterar o valor “natural” para atender as exigências de empresas que mantém relações espúrias com o estado por meio de políticos populistas e desonestos, ou quaisquer outras práticas que afetam a economia criando distorções nas relações entre os vários setores do mercado. 
Não existe qualquer outra ideia que possa substitui-lo nos próximos 100 anos no mínimo, pois é um sistema consolidado e cimentado que resolve todos os problemas das relações de consumo da sociedade a medida que esses se apresentam.

O Capitalismo necessita que haja liberdade dos indivíduos de uma sociedade para que possa existir de forma plena, assim ele incentiva a competição entre as empresas, a capacitação dos indivíduos, gera divisas por meio do investimento da riqueza na pesquisa por novas tecnologias, novos produtos, novos serviços buscando novas formas de resolver os problemas da sociedade, à medida que são percebidos, criando assim novas formas de produção, novas relações de consumo, novos meios de se pagar por essas relações gerando mais riquezas e incluindo mais pessoas.