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domingo, 26 de julho de 2009

Brasileiro queima dinheiro.

Não é compreensível como um país que, há menos de oito anos, estava mergulhado em uma dívida tanto interna quanto externa gigantescas, com marcas profundas na sociedade pela ausência do poder do estado, principalmente nas áreas mais pobres onde a violência e o tráfico acabam por dominar e o povo fica a mercê da própria sorte em se tratando de saúde, educação, segurança pública e demais serviços essenciais que os governos têm a obrigação de prover de forma igualitária para todos.
Em contrapartida a essa miséria, a essa necessidade de grande parcela da população brasileira, temos um governo que rasga, queima dinheiro público e obriga a população queimar seu próprio dinheiro, por má administração, por gestão imprópria e incondizente com os interesses do país dentre as centenas de pequenos atos que acabam não vindo à tona, diante das grandes mancadas nas negociações internacionais.
Olhando o histórico da atuação do governo federal diante de países vizinhos e a complacência com aumentos injustificáveis, teremos o seguinte quadro:
( Os cálculos foram simulados com base nas informações do próprio governo partindo de valores mínimos, esses valores podem variar 50% para mais, dependendo do consumo interno)


1 - O gás natural importado da Bolívia teve aumento de 4% na receita. Totalizando 105 milhões de dólares a mais por ano.

2 - FMI - US$ 10 bilhões

3 - Acordo com Paraguai sobre Itaipu 240 milhões por ano.
(Além do direito de negociar energia sem passar pela Eletrobrás, leia-se direito de especular em época de muita procura ou de falta de energia no mercado aumentando ainda mais o prejuízo).

4 – Cuba US$ 300 milhões para financiamento de porto via ProEx.

5 – Tropas no Haiti 45 Milhões só em 2009.

Em pouco mais de um ano nosso governo assumiu compromissos que vão consumir quantias mínimas de 645 milhões de dólares, sobre contratos que não tinham nenhuma necessidade de renegociação agora. Mais os 10 bilhões de dólares do ano de 2009 emprestados ao FMI que não sabemos quando esse dinheiro voltará de fato aos cofres do país e até mesmo se voltarão com os advindos da crise mundial.
Fazendo as contas veremos como isso afetou os cofres públicos e afetará no valor final das nossas contas ao final do mês e contribuirá para que não haja redução das alíquotas do imposto de renda.
A conclusão é a velha máxima que o brasileiro ficou louco, embora não esteja rasgando dinheiro o está queimando.
Se estamos com tanto dinheiro assim para queimar porque ainda temos um sistema de saúde de terceiro mundo? Porque ainda temos uma policia de terceiro mundo? Porque ainda temos uma educação de terceiro mundo?

Um comentário:

  1. Brasil vai financiar construção de estradas na Bolívia

    AE - Agencia Estado

    Tamanho do texto? A A A A
    SÃO PAULO - Como parte de sua política de incentivo à geração de uma nova infra-estrutura na América do Sul, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assina hoje com o presidente da Bolívia, Evo Morales, em Riberalta, cidade da Amazônia boliviana, protocolo de financiamento de U$ 230 milhões para a construção de 508 quilômetros de estradas no país vizinho.



    As obras estão previstas no projeto chamado de Hacia el Norte, que visa a integração do território boliviano. A estrada deverá ligar La Paz, capital da Bolívia, a Porto Velho, capital de Rondônia, a partir do trecho entre as cidades bolivianas de Rurrenabaque e Riberalta. As estradas serão construídas por empresas brasileiras, o que já vem sendo feito no Peru, com a chamada Rodovia Interoceânica, que liga Rio Branco, no Acre, a Puerto Maldonado, na Amazônia peruana, seguindo até Cuzco e, de lá, para os portos do Oceano Pacífico.



    No contexto da América do Sul, a rodovia que o Brasil financiará na Amazônia boliviana constituirá também parte do corredor bioceânico que integrará a malha rodoviária brasileira aos portos chilenos e peruanos no Pacífico. No acordo com a Bolívia, o governo brasileiro comprometeu-se a construir a ponte que ligará Guajará-Mirim, no extremo oeste de Rondônia, a Guayaramerín, do outro lado do Rio Mamoré, já em território boliviano.



    Ainda hoje Lula viajará para Bogotá, na Colômbia, onde chegará à noite. No sábado, às 8 horas, ele terá encontro com o presidente colombiano, Álvaro Uribe. Em seguida, participará do encontro empresarial Brasil-Colômbia. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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