segunda-feira, 26 de julho de 2010

E no mundo da política

E a política insiste em tentar prostituir a religião!

Enquanto político é repugnante quem se utiliza de qualquer religião com intenção de receber votos, uma vez que político ou partido nenhum poderá legislar de forma diferente para qualquer das religiões, além de que isso vai de encontro a o que representa a religião para os seus respectivos seguidores, independente de que religião seja. Tem ainda o agravante que tal aliança demonstra o caráter do candidato que se mostra disposto a tudo (certo ou errado, ético ou não, legal ou ilegal, moral ou imoral) para conseguir manipular pequenos grupos por meio de suas lideranças, que podem ser igualmente questionadas ao misturar o místico com a pratica mais suja e corrupta existente hoje em dia, objetivando alcançar o poder a qualquer preço.

Desconfie de candidatos que nunca freqüentaram qualquer igreja ou religião e que do dia para a noite aparecem como salvadores da pátria, esses são os piores, pois lhes faltam a principal virtude para um político, escrúpulo.

4 comentários:

  1. Um bom exemplo a não ser seguir!

    A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, recebeu ontem o apoio de representantes de 15 igrejas evangélicas, durante ato em Brasília. Como ela não deu entrevista, coube ao deputado José Eduardo Martins Cardoso, secretário-geral do PT e um dos coordenadores da campanha, falar das últimas pesquisas.

    "Não temos preocupação com pesquisas. Elas revelam alguma oscilação, mas o importante é que há empate técnico em todas", destacou. "Os levantamentos demonstram que na votação espontânea Dilma está na frente. É um quadro favorável de crescimento da candidatura."


    http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,pt-diz-que-pesquisa-nao-preocupa,585864,0.htm

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  2. Lula compara a si mesmo e Dilma Rousseff a Jesus Cristo: “Meu corpo estaria mais arrebentado que o Dele”

    http://noticias.gospelmais.com.br/lula-compara-a-si-mesmo-e-dilma-rousseff-a-jesus-cristo-meu-corpo-estaria-mais-arrebentado-que-o-dele.html

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  3. Eu concordo em parte.
    Quando um candidato defende o aborto ou a descriminalização das drogas, isso afronta diretamente uma série de usos, costumes e moral de certas religiões. Se aquele grupo de pessoas pensa que isso não pode acontecer, creio que seja justo que eles tenham um representante para defender seu interesse político-religioso.
    Entretanto, quando pessoa que não é membro da igreja ou grupo religioso e aproximasse com o intuito de aproveitar-se eleitoralmente, aí concordo plenamente, trata-se de estupro eleitoral.
    Igreja, colégio, enterro e não são locais muito adequados para se fazer campanha, pelo menos para os candidatos bem intencionados e de bom senso.
    Rodrigo

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  4. Rodrigo não existe na história nenhum interesse político-religioso. Política e religião por concepção são coisas antagônicas, paralelas, mas que não caminham juntas e nem se cruzam, apenas se completam no ser humano, individuo e não no grupo, uma vez que para o exercício do voto que é pessoal, intransferível e da democracia é necessária a liberdade no sentido mais amplo que você puder entender essa palavra, por isso digo que político na igreja é igual rato na dispensa, nunca é para um motivo nobre! Ainda mais em época de eleições!
    Com relação ao estupro eleitoral eu adorei o termo, vou adotá-lo, suas considerações finais foram perfeitas!
    Obrigado pela participação!

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