segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Serviço publico as cegas no Enem

Se na iniciativa privada erros de proporções nacional, como os erros do Enem fossem cometidos, provavelmente o chefe do processo, quem revisou o processo, e talvez o departamento inteiro fosse demitido, pelo tamanho do prejuízo gerado e pela questão da perda de credibilidade da empresa, mas, como tudo no serviço público com a repreensão de alguns lideres, o afastamento de outros e muito raramente a exoneração do motorista da empilhadeira ou do caminhão que levou as provas, sabemos que tudo vai ser como é hoje e como sempre foi. Essa estabilidade intocável que o servidor tem acaba por passar para a sociedade uma imagem de descrédito, irresponsabilidade, descaso e falta de compromisso por parte do servidor. Muito embora saibamos que não é a maioria, não conseguimos dimensionar quem são e quantos são, pois os apadrinhamentos políticos tornam alguns servidores intocáveis. Independente de ter mão-de-obra terceirizada ou não, a responsabilidade e a culpa vão para a União e refletem até mesmo no presidente que embora tenha que trabalhar com os servidores que passam nos concursos, a chefia é política e é justamente essa que se omite, mente, desinforma e depois dá desculpa esfarrapada.

De tudo o que mais assusta, é a postura que o Ministério da Educação assumiu diante da ação exemplar da justiça. (Recorrer da suspensão da prova, ao invés de limparem a cagada que fizeram), pior! Ameaçam processar quem reclamar.

A falta de comando é vista a olhos nus, só não vê quem não quer! Agora logo depois de uma eleição, quem vai reclamar já que a popularidade intocável do presidente e do PT acaba sucumbindo com esmola esses erros grosseiros.

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