terça-feira, 31 de maio de 2011

Na educação, falta educação para o ministro da educação e para autora de livro, Por uma Vida Melhor, livro distribuído pelo MEC.

O ministro da educação Fernando Haddad ligado ao PMDB, alinhado com o governo do PT e de Dilma, que são de esquerda e defendem o socialismo, o que cada vez mais me assusta!

O ministro veio a público rebater as críticas feitas por todo corpo intelectual e acadêmico do Brasil, ao livro do MEC, "Por uma Vida Melhor" de Heloisa Ramos, e compara os críticos aos fascistas citando inclusive Hitler e Stalin, a impressão é que o ministro tentou buscar a inspiração da Águia de Haia, (Ruii Barbosa, maior orador da história do Brasil), mas não passou de um malfadado pardal do cerrado, em sua infeliz citação:

“Diferença entre Hitler e Stalin é que Stalin lia os livros’, afirmou ministro. Segundo Haddad, criticar um livro sem ler a obra seria postura ‘fascista’.”

Triste, não? Mas não obstante do lapso do ministro que qualquer punição profissional é pouca para alguém que enaltece tais “lideres e suas formas sórdidas de imporem suas vontades” a autora do livro tenta se defender e defender os absurdos como "nós pega", que faz parte da sua obra e afirma que intenção da obra é deixar o aluno acostumado com linguagem popular à vontade e não "ensinar errado". Qualquer coisa que eu venha a escrever sobre ela, o livro ou suas declarações com certeza seria extremamente ofensivo e até subversivo, pois penso que ligar de inovação sejam laboratórios, seminários, locais apropriados para debates, sala de aula e educação de crianças é coisa séria e não para irresponsáveis.

Trechos da obra Prima :

“'Os livro ilustrado mais interessante estão emprestado'. Você pode estar se perguntando: ‘Mas eu posso falar ‘os livro?’.’ Claro que pode. Mas fique atento porque, dependendo da situação, você corre o risco de ser vítima de preconceito linguístico. Muita gente diz o que se deve e o que não se deve falar e escrever, tomando as regras estabelecidas para a norma culta como padrão de correção de todas as formas linguísticas. O falante, portanto, tem de ser capaz de usar a variante adequada da língua para cada ocasião”

“Na variedade popular, contudo, é comum a concordância funcionar de outra forma. Há ocorrências como:

Nós pega o peixe.

nós - 1ª pessoa, plural

pega - 3ª pessoa, singular

Os menino pega o peixe.

menino - 3ª pessoa, ideia de plural (por causa do “os”)

pega - 3ª pessoa, singular

Nos dois exemplos, apesar de o verbo estar no singular, quem ouve a frase sabe que há mais de uma pessoa envolvida na ação de pegar o peixe. Mais uma vez, é importante que o falante de português domine as duas variedades e escolha a que julgar adequada à sua situação de fala.”

De onde ela tirou isso?

Não sou um expert na ciência que é a nossa língua, mas daí a chegar a tal degradação já é achincalhar demais.

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