segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Programa segundo tempo finalmente investigado! (reedição)

Quando aparece na Globo dá repercussão, mas isso já vem acontecendo faz tempo e se forem olhar a fundo pode ser que algumas cidades da região fazem parte do programa e até encaixam-se no perfil das demais que estão agora, depois que apareceu na Globo, sendo investigadas, a TV Rio Sul poderia investigar as cidades que tem o Segundo Tempo, que tem ou tinha como coordenador alguém do PC do B ...

A postagem abaixo data de 7 meses atrás, desde que a ESPN, repercutiu a suspeita de desvio de verbas, favorecimentos, corrupção etc... Vejam!

Programa Segundo Tempo do Governo Federal é alvo de denúncias de corrupção e irregularidades.


terça-feira, 8 de março de 2011

O Ministério do Esporte comandado por Orlando Silva PC do B, enfrenta denúncias de irregularidades e de corrupção na gestão do programa Segundo Tempo, que está sob a responsabilidade do seu ministério, em todo país. O jornal Estado de São Paulo fez a denúncia e a emissora ESPN deu repercussão a notícia. Após as denúncias o Tribunal de Contas da União (TCU), vai fazer o monitoramento do Programa, cujo objetivo é aumentar o acesso de crianças carentes a prática do esporte.

A emissora ESPN, dando repercussão a várias denúncias veiculadas pelo jornal O Estadão, sobre a utilização do Programa Segundo Tempo do governo federal, por pessoas ligadas ao partido do ministro dos esportes, Orlando Silva (PC do B), que estariam cobrando das prefeituras para liberarem a verba junto ao ministério e para implantarem o programa nos municípios, isso por meio de ONGs ligadas ao partido PC do B, afirmam as denúncias.

Essas ONGs estariam cobrando taxas de cerca 20% do valor das verbas, para fazerem a liberação junto ao ministério e implantarem nas prefeituras, além de cobrarem uma taxa mensal por cada aluno atendido pelo programa.

Na matéria do Estadão, a ex-jogadora de basquete, Karina Rodrigues, vereadora da cidade de Jaguariúna (SP), filiada ao PC do B, mantém um contrato de 13 milhões com o Ministério do Esporte, por intermédio de sua ONG Bola Pra Frente, que cobra uma taxa mensal de R$ 15,00 por aluno das prefeituras que a ONG, presta assessoria. Em entrevista, Karina admitiu que o prefeito que não paga não leva o programa do governo federal.

“O programa do ministério foi criado para oferecer a crianças e jovens carentes a prática esportiva após o turno escolar e também nas férias. O esquema da Bola Pra Frente é cobrar uma espécie de “taxa de sucesso” conforme cada criança cadastrada.”

A mesma reportagem visitou o programa em São Paulo, Piauí, Santa Catarina, Brasília e Goiás e flagrou entidades de fachada recebendo recursos do projeto, núcleos esportivos fantasmas, outros abandonados ou em condições precárias com crianças expostas ao mato alto e todo tipo de detritos.

Em algumas unidades faltam uniforme e calçados para as crianças, os salários de funcionários estão atrasados e a merenda, vencida.

A conclusão de todas as matérias é uma só: O Programa do governo federal estaria sendo usado pelo ministro, que tem conhecimento das denuncias, e pelo partido PC do B para engordar seu caixa, vizando as próximas eleições.

Em Porto Alegre o ministro afirmou ter montado uma comissão para avaliar a cada uma das denúncias. O ministro disse ainda que a reportagem do Estadão distorceu certos fatos. Referindo-se aos municípios que não conseguiram iniciar as atividades por falta de autorização do ministério.

Se pegarmos todas as prefeituras em todo o país, que tem o programa implantado, ou em estágio de implantação, somarmos os valores cobrados, além de investigar as localidades onde o programa foi implantado apenas no papel, mas a verba foi gasta, com certeza teríamos um novo mensalão, só que dessa vez, segundo alguns representantes do partido PC do B, que deram entrevista a ESPN, “- tudo legalizado, e se existe alguma ilegalidade, não ficou provado ou comprovado”. Mesmo os próprios membros do partido tendo admitido a cobrança em entrevista.

Agora só nos resta é esperar o TCU e a o próprio ministério, levantarem as prefeituras que tem o programa implantado, ou estão em processo de implantação e verificar se existem irregularidades.

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