sábado, 13 de outubro de 2012

Tiroteio em parque de diversão em shopping no Rio


De acordo com testemunhas, duas mulheres começaram uma briga na fila de brinquedos. Duas crianças , de 5 e 2 anos, estavam no pula-pula, quando a irmã de uma delas, de oito anos, que estava em outro brinquedo quis entrar no brinquedo. Como a fila estava grande, a mulher de um policial militar achou que a menina estava furando a fila, o que iniciou uma discussão entre as responsáveis  pelos menores.
As mulheres começaram a se agredir e os homens tentaram apartar a briga. Na confusão, o policial militar, que estava de folga, sacou a arma e atirou na perna de Gandhi Bibart Lopez, de 25 anos, estudante  de Educação Física, marido da outra envolvida na confusão. O mesmo tiro acertou a mão de Luana Nascimento dos Reis, 26, sobrinha de Gandhi.

O delegado da 22ª DP (Penha), Claudio Moreira, entretanto, depois de ver as imagens do circuito de segurança do shopping, informou preliminarmente que a mulher do PM foi agredida primeiro e que o próprio PM levou um soco no rosto e portanto o caso seria registrado como legitima defesa.
Mas não existiu força desproporcional ? O que o policial fazia armado dentro de um shopping? E o trabalho dele não era justamente promover a segurança? Por que ele não se identificou antes de dar o tiro?
Esse corporativismo é o que destrói a reputação das entidades como a PM, pois se fosse ao contrario um civil acertando um policial e sua irmã, ele talvez nem chegasse vivo a delegacia.
Essa permissividade acaba de alguma forma causando reações e justamente por isso é que acabamos tento exemplos como em SP que policiais são caçados feito animai. Não se pode pensar que aquilo é apenas banditismo, é uma consequência da perda de autoridade e respeito não dos indivíduos mas sim da entidade, e a continuar assim, temo que essa moda acabe pegando em outros estados.
Vamos dar o exemplo, o que o policial fez foi no mínimo lesão corporal grave e imprudência, ele deveria ser afastado, investigado e fazer uma reciclagem. 

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