quarta-feira, 18 de junho de 2014

A ciência da Engenharia Social aplicada ao GAYZISMO

As pessoas normais não são homofóbicas, nem preconceituosas, elas só não admitem ou aceitam a burrice e a ignorância disfarçadas de ciência que gira em torno do assunto HOMOSSEXUALISMO.

A cada dia aparecem mais e supostos intelectuais, supostos cientistas, supostos pesquisadores que beiram o absurdo ao afirmarem coisas como a afirmação de que o gênero é um produto da imaginação das pessoas e que elas poderiam mudar de gênero de acordo  com o seu desejo ou mesmo com a sua vontade, e alguns grupos já defendem o direito das pessoas mudarem de gênero de acordo com os seus sentimentos, a pessoa poderia ir a um cartório e simplesmente mudar o seu gênero, e repetir essa mudança ao longo de sua vida.
O que isso significa? Significa que os intelectuais dos novos tempos admitem a ideia de que o homossexual possa mudar sua opção, ou seu desejo sexual, como se muda a carinha do chat, de um site de bate papo, transformando em baderna os meios legais.
Como todos sabem as operações de mudança de sexo não chegaram  a mudar os sexos em alguns países não podem mudar as identidades e para a biologia, são homens de saia com a genitália dilacerada, o que influencia diretamente na percepção do individuo sobre o seu sexo, ou sobre o sexo que a pessoa se ve. Travestis são agora transgêneros. Homens em vestidos são mulheres. Não importa o órgão genital.
Se considerarmos que há 21 anos atrás o homossexualismo era considerado como sendo uma doença mental, esse tipo de pensamento, de ciência, de alteração da visão de algo, pode ser posteriormente enquadrado por entidades sérias como  no mínimo um transtorno agudo poli polar.
Estamos agora em uma época de ouro da ciência do politicamente correto, que diz que a orientação sexual é definida geneticamente no nascimento, mas que o gênero é fluido e mutável infinitas vezes.
Tudo isso só para dar alento à psique de homossexuais? E a sociedade como fica?
Pois assim um casal de gays pode resolver que um dos dois é mulher, mudar o gênero, adorar crianças, e depois mudar novamente o gêneros, manipulando assim os sistemas penais.
A para tudo aquele que ousar a questionar essa viadagem infundada, os gritos de homofobico, conservador, enrustido estão prontos e engatilhados para serem usados sem pudor, sem vergonha ou qualquer senso de cidadania, o politicamente correto não serve mais para evitar de se constranger alguém, hoje pode ser estampado logo abaixo do arco-íris da bandeira símbolo do movimento gayzista mundial.

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