segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Era o partido da ética, e agora, que é impossível negar a culpa pelos roubos?

Nos anos 90, enquanto os defensores das privatizações de estatais acusavam a corrupção, o empreguismo-fantasma e o clientelismo (que afundavam as estatais em prejuízos e ineficiência) como motivo suficiente para privatizá-las, o PT, após ter se recusado a assinar a constituição de 1988, dizia que bastava eleger (para presidente e demais cargos) políticos comprometidos com ÉTICA (justamente sua principal bandeira partidária) para que esses males desaparecessem dessas empresas e de todo o serviço público. E dizia também que era crime roubar ou vender o patrimônio do povo brasileiro.
E o que se vê agora, após 12 anos do partido da ética no poder?
O raciocínio petista deve funcionar bem em algum outro país ou outro planeta.
E como se demoram décadas para se renovar a classe política (pra melhor ou pra pior), o que fazer pra salvar o que resta?

Hoje o partido já não fala mais em ética, nem tampouco critica as privatizações, não se pronuncia sobre o desastre administrativo que leva a maior estatal do país a beira da falência, a empresa valia 620 bilhões, hoje vale 210 bilhões, isso incluindo os 96 bilhões roubados, abatendo o valor roubado a empresa tem valor de mercado quase que igual ao valor que foi roubado. 

E o partido da ética? Vai se cotizar novamente e pagar esse prejuízo?

O PT como pedra parecia muito bom para ser verdade, como vidraça... ei espera, roubaram a vidraça!

Nenhum comentário:

Postar um comentário