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quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

A farsa do pagamento da divida externa feito por Lula.

Como argumento defensivo ao catastrófico cenário da economia nacional e meio de negação a atual crise do Brasil, alguns socialistas, em especial os petistas, quando ficam sem argumentos para rebaterem os fatos econômicos atuais, partem para duas rotinas, uma é dizer que a culpa é do capitalismo e ou do liberalismo, mas como sempre eles não conseguem dizer exatamente onde o liberalismo ou o capitalismo  causa crise, e sempre se deparam com argumentos que comprovam que os países mais pobres do mundo sofrem de falta de liberdade e falta de capitalismo e não excesso.  

A segunda falácia é usar o reducionismo e afirmar que Lula pagou a dívida externa, como se isso, por si só, fosse suficiente para justificar enterrar o país nessa crise.
Para justamente evitar esse tipo de rotina, vou postar essa breve explicação sobre como foi que Lula pagou uma pequena dívida com o FMI e fez uma dívida gigantesca, quase impagável com os banqueiros do Brasil.
Antes porém vale refletir sobre o que sobre o que disse o teórico LIBERAL Frédéric Bastiat,  em sua obra “O que se vê e o que não se vê”, onde ele define corretamente que há mais de um personagem em um cenário econômico : aquele que paga, aquele que recebe e aquele que poderia ter recebido. O último é a peça fundamental no entendimento de questões econômicas.  É aquele sujeito economicamente ativo que deixa de lucrar por força de o pagador escolher fazer outra compra, e frustrar as expectativas do mercado.  

O exemplo de Bastiat trata da destruição de um bem, sendo que sua restituição não constitui lucro para seu dono – e, por conseguinte, para a sociedade, foi exatamente o que fez Lula, pois o mercado contava com a injeção de dinheiro para crescer e expandir, e o dinheiro não veio para o mercado, e o pior os juros em decorrência da ação de Lula, passou mês a mês a retirar cada vez mais dinheiro do mercado  para pagar os juros da nova divida. 

Vamos entender o porquê disso: 

No dia 22 de fevereiro de 2008, o Governo Lula anunciou, por meio do Ministério da Fazenda e do Banco Central, que a dívida externa brasileira havia sido quitada. E ainda mais: já éramos até credores mundiais. 

Tal notícia foi estampada, na época, nas manchetes dos principais jornais do país, como, por exemplo, no jornal Estado de S. Paulo: “O relatório divulgado ontem pelo Banco Central, segundo o qual o Brasil, pela primeira vez em 508 anos de história, deixa o papel de devedor e ingressa no seleto time dos credores do mercado internacional, é a consolidação de uma virada histórica”. É isso que os economistas chamam de surfar na onda do crescimento  mundial e nas comanditeis, mas se tivesse ficado só nisso, se o governo tivesse criado formas de pagar a dívida interna, criando  metas e formas de economizar, diminuindo o tamanho do estado, incentivando o crescimento do mercado, mesmo sendo de uma forma atrapalhada de se pagar uma dívida,  não teria sido tão ruim.

Mas a realidade é outra e muitos brasileiros só estão entendendo o que Lula fez agora, 
pois querem saber o motivo de um país que ia tão bem economicamente afundar de repente, como o Brasil, e sem nenhuma explicação. 

Vale lembrar, que esse tipo de informação não chega ao grande público porque as emissoras de tv e os jornais, não tem interesse de que esse tipo de informação chegue ao grande público, pois isso pode influenciar no dinheiro que recebem do governo. E vai contra a tudo o que os profissionais da área de comunicações aprenderam em seus cursos universitários e centros acadêmicos pelo Brasil, solo fértil para a doutrinação política, ideológica e intelectual, que parece impedir algumas pessoas até de analisarem 
informações simples e tirarem conclusões obvias. 

Quando Lula assumiu o seu primeiro mandato em 2002, a dívida externa era de R$ 212 bilhões, enquanto a dívida interna era de R$ 640 bilhões. Ou seja, o total, dívida externa mais interna, chegou aos inacreditáveis R$ 852 bilhões por culpa do FHC que segundo o PT não tinha pulso firme para administrar o Brasil com responsabilidade e nem coração para lutar pelo social.

Em 2008, quando Lula assumiu ter pago a dívida, a dívida externa caiu para 0, já a interna chegou a - pasmem - R$ 1,4 trilhão, uma dívida de 500 anos, quase dobrou nos 8 anos de Lula. Total da dívida: R$ 1,4 trilhão - 65% do PIB do Brasil. Em 2013 ela passou de R$ 2 trilhões e em 2015 ela passa já passa de 2,44 trilhões de dólares. Mas como isso? Se o Lula disse que não tínhamos mais dividas e não pagaríamos mais juros a banqueiros??

Para pagar a dívida do FMI, Lula fez um acordo com o mercado, com os capitalistas, banqueiros e toda sociedade que vive da aplicação de seus recursos financeiros (os Burgueses) e captou dinheiro junto a eles, os banqueiros ( classe que todo militante de esquerda em especial os do PT dizem odiar), que compraram os títulos da dívida com o FMI. O Brasil, que até então pagava 4% de juros ao ano para o FMI, algo em torno de 480 milhões de juros por anos, passou a pagar algo perto de 340 bilhões, ou 19,5% ao ano para os banqueiros, beneficiando-os e colocando em risco a estabilidade econômica do país já em 2008.
Então hoje, temos que agradecer a LULA e ao PT por não pagar mais 60 bilhões anuais de juros pela dívida total  do Brasil, pagamos apenas 500 bilhões por ano, aos banqueiros do Brasil e entidades financeiras que operam aqui ...


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