segunda-feira, 25 de junho de 2018

Como ficar rico em menos de 4 anos, ganhando e mesma coisa que ganha hoje.


Até ontem todos nós entendíamos que Winston Churchill estava correto quando afirmou que a democracia é a pior forma de governo, salvo todas as demais formas que têm sido experimentadas de tempos em tempos, ele se referia a democracia com o sufrágio universal.  


Hoje todos descobrimos que a democracia com sufrágio universal é nada mais do que a ditadura da maioria sobre todas as demais minorias, em especial a minoria que trabalha, empreende e produz riquezas, dando a possibilidade da maioria viver sob a tutela do estado, que por sua vez nada produz. Ela não é boa e nem é justa, pois sofre a interferência direta do poder político sobre o povo de forma a se manipular os resultados das votações, não há mais respeito pela imparcialidade do processo, onde a melhor proposta de gestão deveria vencer, as ideologias transformaram o processo democrático em uma grande guerra de desonestidades, onde os veículos da impressa assumem lados por interesse financeiro, uma vez que o maior faturamento dos maiores veículos vem justamente do estado, dessa forma o povo é levado a erro e se permite ser dependente do estado, dando cada vez mais força a quem está administrando o estado, acabando com a impessoalidade. Os programas de estado são abolidos dando vez a programas pessoais, ideológicos, partidários pagos com o nosso dinheiro, mas passasse para o povo que isso é bondade de um ou outro político, o que se transforma em estelionato político e eleitoral, sendo esse o caminho mais curto para a tirania, para o totalitarismo. Isso ocorreu nas republicas bolivarianas como a Venezuela e a Bolívia, onde os presidentes foram usando o estado para comprar cada vez mais poder e hoje praticamente são maiores do que o poder de todas as instituições democráticas.

O Brasil e a Argentina passam muito perto desse triste fim. A eleição hoje de qualquer candidato mais a esquerda no Brasil será o empurrão final para nos tornarmos um desastre humanitário como é hoje a Venezuela.

Passou da hora de superarmos a democracia, deve caber o direito de escolher a quem empreende, a quem não depende do estado, nem de ideologia ou partido, o poder de decidir tem que ser dado ao povo sim, mas não a todo ele, apenas a fração ideal que sustenta o estado de forma direta. Esse é o conceito de uma meritocracia, onde o voto não é um direito e sim uma conquista atingida por meio da meritocracia de cada indivíduo. Assim apenas quem paga as contas do estado de forma direta, vai ter a responsabilidade sobre quem vai fazer a gestão do estado, e quanto melhor for essa escolha, quanto mais eficiente for o gesto executivo melhor será a inclusão por meio da geração de empregos, da necessidade de pessoas educadas e qualificadas para atender as demandas do mercado como um todo, fazendo o estado ser um atrativo secundário para se trabalhar. Entre outras coisas o fim imediato da estabilidade no setor estatal é necessário para que as pessoas mais inteligentes deixem de buscar a zona de conforto no estado e vão para a iniciativa privada produzirem riquezas.

Na meritocracia os empregos estatais são temporários, destinados para formandos, para pessoas com dificuldade de recolocação, para estagiários e não um plano de carreira com altos salários que nada produz e causa uma grande distorção social na economia, pois faz com que os serviços públicos tenham cada vez menos qualidade. Se um profissional não pode ser demitido qual o estimulo dele em prestar um bom serviço, em manter o seu público satisfeito?

Para além da meritocracia devemos buscar a autocracia, ou seja acabar com a representação política diante do estado dos cidadãos de uma sociedade, esses tem capacidade de se representarem, desde que não sejam dependentes do estado, a pessoa que se auto representa não pode ter interesses diretos sobre algo, por exemplo, um político, jamais votaria para que as regalias da classe sejam retiradas, os funcionários públicos jamais irão votar para que seja extinta a  estabilidade do funcionalismo, e isso a democracia é falha, e a Autocracia Meritocratica traz soluções que podem não ser as mais justas pra com todos, mas são as mais honestas para todos.

Estamos na era do BITCOIN, mas ainda não podemos mudar a ideia de que o estado seja a melhor forma de resolver os conflitos sociais, de mediação, de punição, de tentar gerar equilíbrio entre os desejos, controlar a exploração predatória e não sustentável, mas podemos mudar o estado, recriar o pacto social, criar o estado 2.0. 

Onde os tribunais superiores e do júri, câmaras de debates políticos, senado, estariam dentro de um sistema tipo blockchain, utilizariam um protocolo de confiança como o BITCOIN usa, teria suas diretrizes estabelecidas nesse protocolo, que serviria de base para programas para criação de leis, alteração de leis ou propostas de leis, julgamento de criminosos, julgamento de magistrados, delegados, políticos, onde pessoas qualificadas poderiam propor leis, pessoas menos qualificadas poderiam propor mudanças a essas leis ou a leis existentes e as pessoas que puderem comprovar que sabem  ler e escrever poderiam votar essas leis ou suas alterações tornando as efetivas e vigentes, por esse sistema já teríamos colocado fim ao debate sobre a liberação do uso de drogas ou a condenação de usuários com penas maiores que traficantes, por serem eles financiadores do tráfico e criadores de mercado, já teríamos criado uma lei sobre o aborto que atendesse a demanda moral, punitiva, mas que também respeitasse a vontade do indivíduo, onde todos seriam responsabilizados, e não apenas tivessem opiniões, quem é contra o aborto pagaria uma taxa para sustentas as crianças não abortadas, SÓ QUEM FOSSE CONTRA O ABORTO, as demais não pagariam. Os Lulas, Marinas, Manuelas, Boulos, Bolsonaros  e Ciros da vida, jamais chegariam a cogitar serem presidentes ou mesmo gestores municipais, quiçá presidentes, por serem pessoas despreparadas que nunca realizaram efetivamente nada sem usar o dinheiro do estado, ou seja, pessoas sem qualquer mérito pessoal que pudesse torna-las elegíveis por seus currículos a serem consideradas a um cargo executivo dentro da plataforma ESTADO2.0

Imagina, você ter um módulo em seu computador que te dará a possibilidade de  acesso a um congresso nacional virtual, onde você pudesse participar dos diversos debates, cpis, onde você se  se livraria do custo de todos os políticos e juízes de alta instância que temos hoje, e como nas cryptomoedas você receberia por manter o protocolo ESTADO 2.0 atualizado, caso você estivesse desempregado, quanto mais participasse, votasse, corrigisse questões dentro do sistema, mais receberia pelo seu trabalho, exatamente igual aos programas de mineração de BITCOIN.

Agora pare de imaginar, ajude a colocar isso em prática, VAMOS CIRAR um programa beta, um, apenas um grupo de debate sobre o assunto, e tentar colocá-lo em teste beta. Não é uma ideologia, é apenas uma forma de gerir melhor o estado que tanto direita como esquerda reclamam de opressão.

Imagine um estado Brasil 2.0 sem 99% dos políticos e você usando o dinheiro que antes eles roubavam no lugar certo, desenvolvendo a ideia certa, no tempo certo?

Tem uma comunidade chamada ESTADO 2.0, vamos parar de sonhas em mudar o mundo por meio de uma ideologia, vamos muda-lo por meio de ações .

Ancaps não precisariam mais pagar impostos, em contrapartida não poderiam acessar o sistema do estado de graça, e teriam preço diferenciado caso desejassem usar o aparato estatal.

Os liberais poderiam enfim mostrar ao mundo que a ideia Austríaca de economia funciona, que a liberdade de todos só pode ser garantida por leis não tirânicas, leis que até os ancaps teriam que respeitar é claro, e que toda inclusão social demanda de ciclos econômicos, responsabilidade fiscal do estado e o direcionamento correto do dinheiro publico arrecadado com impostos.

Os socialistas poderiam pagar todo imposto que desejassem e investir seu próprio dinheiro no social por meio do estado e indicar onde e em que local, em que pessoas iriam querer vem o fruto do suor so seu trabalho seriam aplicados.

Se você tem uma ideia melhor, eu o desafio a um debate sobre o tema.

Me chamo Edson Carvalho Miranda, sou o criador da ideia de acabar com o congresso nacional político e substitui-lo por um sistema blockchain. Criador do conceito de Autocracia Meritocrática, a ideia de gestão social que transforma a democracia no que ela é, uma ditadura da maioria burra sobre a minoria que produz riquezas.

Estou online no canal do Discórdia do Grupo Liberalismo x Socialismo onde a ideia nasceu.
E caso sua ideia seja melhor do que essa, eu passo a imediatamente a defende-la, mas caso não consiga, você passa a nos ajudar a espalhar a ideia.



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